Poeta itinerante e peregrino, pelas ruas do mundo, arrasto o meu destino Mundo? Uma aldeia de nome tupi, um monstro com nome de santo, Curitiba, São Paulo, com vocês me deito, com algo me levanto. Vocês aí parados a mesma vida de sempre, como vos invejo e vos desprezo, voz de nós, voz dos meus avós, prazos, prêmios, praças, preços, chove sobre mim a chuva que eu mereço. Invoco forças poderosas. Quando vou poder transformar minhas ruínas em rosas ? p leminski 88 |
(colaboração: Ademir Assunção)
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