Nove para nunca (um lembricídio) O silêncio de uma sombra só ouve quem se deslumbra, sólembra quem se pergunta donde vem tanta penumbra. Memórias o tempo leva mil anos levando embora, luscos que vêm de dentro, qual fuscos não comemora? O coração que vai nisso não é o de antigamente, aquele troço esquisito que o bicho tem quando sente. É mais um relógio suíço do que uma estrela cadente, tiques ao longo da noite, taques por dentro da gente.
p leminski Correio de Notícias, Curitiba, 20 de fevereiro de 1986

 

inéditos ou quase:

 

Û Ý pop
box
´ ¥ Ü * e-mail: Elson Fróes